MED Cinema

  • O Cinema MED é, sem dúvida, um dos mais significativos incrementos da programação desta edição. A sétima arte, que em anos anteriores decorria na semana que antecedia o MED, em diversos espaços da cidade, passa agora a integrar o cartaz e o recinto do MED.
    Rui Tendinha, crítico de cinema, terá a curadoria desta programação que passa pela estreia do filme do realizador brasileiro Fellipe Barbosa, “Gabriel e a Montanha”, no dia 30 (“Open Day”), no Palco Castelo, mas também a exibição de “curtas” na Casa do Castelo, espaço localizado no Largo D. Pedro I, como aperitivo para os concertos, fazendo a ligação entre música e cinema: dia 27, “Fade into Nothing”, de Paulo Furtado, Rita Lino e Pedro Maia, “My Heart safe at home”, de Susana Abreu, e “Let bygones be bygones”, de Susana Abreu; dia 28, “Corrente”, de Rodrigo Areias, “Pixel Frio”, de Rodrigo Areias e “Amar é para os fortes”, de Marcelo D2; dia 29, “Ainda tenho um sonho ou dois – a História dos Pop Dell’Arte”, de Nuno Duarte, e “Domesticada”, de Rodrigo Areias e Paulo Furtado.
    Dentro da mesma temática, e na habitual parceria com a APORFEST, logo no dia de abertura do Festival MED decorre a conferência “Festivais de Cinema e Festivais de Música – Uma simbiose?”.


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